Anteriormente, na minha entrada sobre fadas, eu mencionei o conceito de elementais e disse que eles seriam o tema da próxima entrada; bem, dito e feito. Elementais são seres míticos sobrenaturais descritos em diversos trabalhos ocultos e alquímicos da Renascença, e mais profundamente elaborados no trabalho de Theophrastus von Hohenheim (mais conhecido como Paracelsus). De forma básica, eles são representações de elementos da natureza, sendos esses Fogo, Água, Terra e Ar. Esses representantes são baseados em seres de diversas outras mitologias, muitas vezes tendo semelhanças tanto no quesito de aparência quanto de papel. Segue-se cada um dos elementais, bem como seu respectivo elemento e uma breve descrição:
-Gnomo (Terra): Pequenos seres humanoides que moram embaixo da terra. Espíritos moradores da terra são muito comuns em diversas mitologias, como os anões nórdicos ou os Cálibes, Telquines e Dáctilos gregos, bem como os Pigmeus.
-Undine (Água): O seu nome provém da palavra do Latim unda, que significa onda. Normalmente representadas como mulheres, são encontradas em lagos e perto de cachoeiras, e tem belas vozes. Além da sua ligação clara com as sereias, esse ser também é descrito como uma ninfa da água (sendo ninfas deidades gregas da natureza).* Não tem alma como humanos, e quando ambas as espécies se relacionam, é por um breve tempo. Filhos de Undines com humanos tem alma e poderes aquáticos, sendo chamados watermark.
-Silfo (Ar): A teoria mais aceita sobre o nome desse ser é a de que ele deriva de sylvestris e nympha**. São seres intelectualmente avançados, inclusive auxiliando o ser humano em sua imaginação. São consideravelmente belos, e moldam as nuvens do céu para embelezar o dia-a-dia do homem. Podem agir de modo punitivo com seres humanos que tem grandes conhecimentos sobre a natureza e os usam para o mal.




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